ARGÉLIA : que parem a repressão, liberação de Luísa Hanoune!

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Os prtotestos em mazssaz da populaqçazo argelinab contra o regime e sua corrupçao tiveram como fim un câmbio de fachada. O general Saqlah e o estado–maior, que eram até agora os fieis aliados de Butelflika, voltaram-se contra ele

A televisão mostrou no dia 5 de maio, a chegada de 3 personalidades diante das grandes escadarias do Tribunal Militar de Blida: o irmão do presidente deposto, Said Butelflika, o ex-corordenador dos serviços de segurança, Athman Tartag; o patrão durante 2 anos (1 quarto de século) , dos serviços secretos argelinos (DRS), Mohamed Mediene, coinhecido como Tufik.

“O chefe do estado-maior da ANP e o vice ministro da defesa nacional , Ahmed Said Salah, foi até o final de suas ameaças públicas contra aqueles que ele apresentou, poucos dias antes , como sendo um bando, que o acuARAu de ter feito um complô contra o Estado”. ( EL Watan, 6 de maio)

A justiça militar também colocou no dia 9 de maio a secretária geral do Partido dos Trabalhadores (PT), Hanoune , em detenção provisória, depois de tê-la inculpado de “complôs contra o Exército e o Estado”.

“Convocada como testemunha pelo Tribunal militar de Blida, Louisa Hanoune , secretaria geral do Partido dos Trabalhadores, foi posta em detençao depois de mais de cinco horas de interrogatório pelo juiz encarregado do dossier de Said Buteflika e de douis generais, Tufik e Tartag.” (El Watan, 10 de maio)

No dia 21 de maio , os estudantes que manifestavam contra o regime que se mantinha foram reprimidos.

O estado burguês tenta a intimidação. AS organizações operárias de todos os países devem protestar contra a repressão dos manifestantes, contra a arrestação e o encarceramento de todo responsável de um sindicato ou de um partido de origem operária, qualquer que seja a sua política.

No caso do PT , que a imprensa apresenta de maneira abusiva como “trotskista”, essa política nao pode ser defendida. O PT tinha constituído uma coalição com o antigo partido único (FLN) e os islamistas (FIS) depois, após a guerra civil, tinha-se aproximado do regime Salah-Buteflika, o que permitiu a sua tendência internacional (Acordo Internacional dos Trabalhadores e dos Povos), de proferir conferências na Argélia.

Mas é tarefa da classe operária julgar suas organizações e seus dirigentes, e não é tarefa do aparelho repressivo do Estado burguês.

Solidariedade internacional com as trabalhadoras, os trabalhadores e os jovens argelinos! Liberação imeduiata de Hanoune! Que parem com todas as perseguições contra os manifestantes estudantes re os dirigentes do PT! Respeito ao direito de se manifestar, de se esprimir, de se organizar!

28 de maio de 2019

Coletivo Revolução Permanente